Admirável Mundo Novo: Tudo Sobre Asterisk, OpenSER, Linux e Tecnologias de Voz sobre IP: Dicas




Muito Bem Vindo

Prezado Leitor, a proposta desse Blog é compartilhar conhecimento com as pessoas que trabalham com Linux, Asterisk, OpenSER, e com tecnologia de voz sobre a rede IP em geral, através de tutoriais, dicas, howto, notícias entre outros assuntos.

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segunda-feira, 30 de março de 2009

Vale a pena fazer investimento em um PABX IP?





Você deve investir em IPABX agora, depois, ou em nenhuma hipótese?


Fonte:
25 de Março de 2009 | SearchUnifiedCommunications.com


Quando as empresas se decidem implementar IPABX, ou manter um PABX tradicional ou ainda implementar um PABX hibrido, é importante compreender o investimento necessário, bem como o futuro das soluções do fornecedor e como elas vão se adequar as estratégias de comunicações unificadas (UC, em inglês). Nessa edição do quadro Reality Check da SearchUnifiedCommunications.com, o colaborador Tony Bradley, especialista de UC e autor do próximo Unified Communications for Dummies, discute o investimento que um IPABX pode exigir bem como o futuro dos PABX’s.

No podcast, Tony compara os planos futuros de diferentes fornecedores para VoIP e como esses planos estão atrelados com IPABX’s e a uma estratégia UC completa. Ele também discute as melhores práticas para uma implementação de IPABX.

Ouça aqui o podcast do Tony em inglês naturalmente no formato mp3.


Para mais informação sobre UC, verifique o blog do Tony.


















segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O Que Vem a Ser Backhaul?




Embora seja um assunto off-topic do meu site, mas chamou minha atenção devido ao fato de ultimamente ter visto muitas referências ao termo backhaul em manchetes de notícias da mídia especializada relacionadas área de telecomunicações.

Despertou-me a curiosidade em querer saber então o que significava essa palavra tão esquisita. Naturalmente recorri ao professor Google. As várias páginas que li em português, nenhuma delas conseguiram me esclareceu adequadamente a respeito dessa palavra, quando o texto não era recheado de juridiquez, ligado a luta a regulatória entre operadoras e os cidadãos junto à ANATEL pelos seus direitos, o texto era tão resumido que ficava dúbio o seu sentido.

A solução então foi buscar o seu significado nas fontes da palavra, ou seja, na língua inglesa. Foi assim que cheguei às enciclopédias seguintes. E assim compartilho isso com todos aqueles cidadão como eu, possa ficar confuso quando se deparar com essa palavra nessas leituras.

Segundo as enciclopédias http://encyclopedia.thefreedictionary.com/backhaul, http://encyclopedia.thefreedictionary.com/Backhaul+(telecommunications), e complementado por http://en.wikipedia.org/wiki/Backhaul_(telecommunications). Em telecomunicações, Backhaul se referir a:

1. O termo Backhaul se relaciona com o transporte de tráfego entre sites distribuídos (tipicamente pontos de acessos) e os vários pontos de presença centralizados. Em uma rede de telecomunicações hierárquica a porção backhaul da rede compreende os links intermediários entre o núcleo, ou backbone, da rede e as sub-redes menores na “borda” da rede hierárquica maior. Por exemplo, quanto os telefones celulares se comunicam com uma simples torre celular constitui uma sub-rede local, a conexão entre a torre celular e o resto do mundo se inicia através de um link backhaul com o núcleo da rede da companhia telefônica (via um ponto de presença). Se você pode imaginar a rede hierárquica inteira como o esqueleto humano, a rede núcleo seria a coluna dorsal, os links backhaul seriam as espinhas, as redes de borda seriam os mãos e pernas, e os links individuais dentro dessas redes de borda seriam os dedos das mãos e dos pés.


Exemplos incluem:
• Conectar estações rádio base Wireless aos centros controladores dessas estações rádio base.
• Conectar DSLAMs ao nó de agregação ATM ou Ethernet mais próximo.
• Conectar o site de uma grande empresa a uma rede Ethernet Metropolitana.
• Conectar um ponto do sistema de ancoragem de cabo submarino (que está normalmente em um local remoto) com a rede terrestre de telecomunicações principal do país ao qual o cabo está servindo.

Quando da escolha da tecnologia Backhaul é preciso levar em consideração alguns parâmetros como capacidade, custo, alcance e a necessidade de recursos como spectrum de freqüência, fibra ótica ou uso de espaço privado. As tecnologias Backhaul incluem:

• Transmissão por rádio de microondas ponto-a-ponto (terrestre ou, em alguns casos, por satélite);
• Tecnologias de acesso por microondas ponto-multiponto, como LMDS, WiFi, WiMAX, etc., também pode ser usadas para os propósitos de backhauling;
• Fibra Apagada;
• As várias variantes DSL, como ADSL e SHDSL;
• Interfaces PDH e SDH/SONET, como suas (frações) E1/T1, E3, T3, STM-1/OC-3, etc.;
• Ethernet.

A capacidade do Backhaul pode também ser contratada de terceiros, nesse caso a escolha da tecnologia é geralmente feita por essa outra operadora de rede.


Nessa enciclopédia diz também que o termo backhaul pode se referir a:
2. Backhaul, na indústria de broadcast TV, é a transmissão ponto-a-ponto de uma geração de sinal de um local remoto para o estúdio, normalmente por satélite.


E ainda segundo essa mesma enciclopédia:
3. Na indústria de transporte de carga, Backhaul refere-se a um carreto transportado por um caminhoneiro de modo tal que na volta do caminhão, o mesmo retorne carregado pra casa, em vez de voltar vazio (o oposto de headhaul, o frete sainte).


Então resumindo em bom português, Backhaul quer dizer rede de acesso ao backbone Internet. No mundo das operadoras fixas é a rede ADSL, das celulares a rede 3G e das TV´s a cabo a rede cable modem.










quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Resultado Final da Enquete





Esse foi o Resulatdo Final da Enquete fechada no dia 31 de dezembro:
"Caterpillar Está Migrando 100.000 telefones Para IP". Qual o sistema de Telefonia IP que Caterpillar deve está usando?

Call Manager            7(13%)
Asterisk/OpenSER 36(67%)
Avaya                       6(11%)
Nortel                       6(11%)



Total de Votos: 53


Esse resultado não tem valor científico, no entanto ele é sintomático porque dá bem uma idéia do que está acontecendo no mercado de soluções de telefonia.















terça-feira, 16 de setembro de 2008

Sabe o Que é SOA ou AOS no Mundo de TI?




Conceito Rápido de SOA
Como um usuário final, você muito provavelmente esteja familiarizado com a Arquitetura Orientada a Serviço (AOS). Se você simplesmente adquiriu alguma coisa on-line e um programa de computador conversou com um outro programa de computador para verificar se o item que você requisitou existia em estoque, assim você entrou no mundo da Arquitetura Orientada a Serviço. Muito simples, o AOS especifica o modo como duas entidades computacionais vão interagir quando trabalhando juntas. De acordo com o Gartner Group, em 2008, mais de 60 por cento das empresas usarão arquitetura orientada a serviço como “o princípio norteador” quando forem criar aplicações importantes ou de missão crítica.



SOA no Contexto das Comunicações/TI
Usando protocolos baseados em padrões abertos e em serviços web, as SOAs prometem trazer junto com aplicações feitas para estoque em um pacote transparente de interoperabilidade, serviços compartilhados que possibilitará as empresas melhor adequar tanto as demandas dos clientes quanto melhorar os processos de fluxo de trabalho; definitivamente, tornando mais eficiente e menos complicado a forma com que os gestores podem combinar processos empresariais diversos com as comunicações fornecendo assim uma entrada e uma interface únicas ao consumidor no sistema.

Isso significa o ambiente de rede precisa seguir padrões universais estabelecidos rigorosamente baseado no padrão da pilha TCP/IP. Assim o Switch Ethernet do fabricante A precisar ser totalmente compatível com o Switch do fabricante B, C e D. O mesmo princípio vale para roteadores, firewall’s e servidores.

Esse conceito não poderia ser diferente em uma parte fundamental desse processo, o sistema de telefonia. Dentro dessa realidade, os sistemas de telefonia/PABX tradicional não fazem mais o menor sentido. Quero dizer com isso que a telefonia IP é base fundamental de tudo devido a sua enorme flexibilidade e facilidade de integração com todos os sistemas de comunicações (e-mail, mensagens instantâneas, entre outros.) para formar as comunicações unificadas (UC).

Assim, telefones IP e servidores de processamento de chamadas têm que seguir padrões rigorosamente. O protocolo de sinalização SIP, se tornou um padrão de fato para sinalização de telefonia IP e o RTP para transmissão de fluxo de voz. Assim, telefone de diferentes fabricantes precisam se comunicar sem qualquer problema de interoperabilidade, bem como os sistemas de processamento de chamadas, permitindo as funcionalidades dos sistemas sejam transparentes aos usuários.

A SOA, usada em conjunção com padrões abertos, vai tornar ambientes com múltiplos fornecedores mais gerenciáveis e possibilitará reduzir a complexidade da segurança e questões associada ao gerenciamento de identidade.

Se você for gestor de TI precisa ter isso em mente. Se no seu processo de contratação, um fornecedor não estiver aderente a essas premissas, você deve considerar excluí-lo do seu processo. A tecnologia é que precisa se moldar ao seu negócio, e não o seu negócio se moldar a tecnologia oferecida. Assim, eu entendo...



Impacto no Negócio Proporcionado pelo SOA
Processos Empresariais que são Potencializados pelos sistemas de Comunicações (PEPC) ganham um peso elevado entre as várias atratividades impulsionadas pelas funcionalidades das comunicações IP unificadas. O PEPC fornece um meio de conectar ou convergir processos empresariais com as comunicações de uma forma holística nas empresas para ajudar a alavancar tecnologias de comunicações com o objetivo de flexibilizar seus processos empresariais. Arquiteturas Orientadas a Serviço muito provavelmente será uma parte importante nessa visão de comunicações e aplicações empresariais unificadas.


Os SOAs também possibilita a integração de novos processos empresariais entre redes de voz e dados ativando tarefas comuns em aplicações de serviços web reusáveis e abrindo novas oportunidades para que as comunicações unificadas (UC) possa melhorar o fluxo de trabalho e a forma como as corporações fazer negócio.



Cléviton Mendes de Araújo

























quinta-feira, 31 de julho de 2008

O que é um Cartão Ethernet com TOE?



Fonte original: http://www.wave.no/products.html?id=189



Ethernet 1 Gbps com TOE


O que é um Cartão com TOE?

Com uma NIC (cartão de interface de rede) padrão, todo processamento TCP/IP é feito sobre a CPU, com a exceção do checksum e da remontagem de pacote. Uma NIC padrão é a solução frequentemente barata em termos de preço, mas muito cara em termos de utilização de ciclos de CPU. A pilha TCP/IP coloca uma carga excessiva sobre as CPUs dos hosts. Em velocidades 10/100, muitas CPUs conseguem dar conta da carga de processamento do TCP. Uma regra básica geral é que uma CPU com 1 Hz é requerida para processar a sobrecarga TCP associada com a transferência de dados de 1 bit/seg. Com o advento do padrão Ethernet Gigabit, as CPUs dos servidores podem ficar no talo, como se diz na gíria, enquanto processa a carga da pilha TCP/IP associado com a transferência de dados. Isso é especialmente verdadeiro para inicializadores iSCSI, ou seja, computadores que acessam seus storages via o protoloco iSCSI.

Uma solução para inicializadores iSCSI é usar adaptadores iSCSI storage em vez de uma NIC padrão. Esses cartões contém um mecanismo para retirada completa de carga da CPU do protocolo iSCSI em hardware e que são análogos aos adaptadores de barramento de host SCSI usado por um SCSI anexado diretamente; contudo, tais cartões podem normalmente ser usados somente como adaptadores iSCSI storage e não como adaptadores de rede para propósito geral.

Uma outra solução é usar um mecanismo que possa retirar a carga da pilha TCP/IP da CPU host - TCP/IP Offload Engine (TOE). Esse é o hardware que uma NIC usa para retirar o processamento TCP/IP da CPU host, liberando ciclos valiosos de CPU para o processamento das aplicações. Com uma placa com TOE, os requerimentos de processamento para as quatro camadas, incluindo TCP, são movidos da CPU do host para o hardware do cartão de rede. O resultado são servidores mais rápidos, uma rede acelerada, e desempenho superior das aplicações.

NIC aceleradas com TOE pode ser usada por aplicações LAN de propósito geral bem como pelo iSCSI (mesmo que seja simultaneamente). Se for usado por aplicações iSCSI, um software de driver iSCSI é necessário.

Leia aquiLeitura complementar obrigatória dessa dica.


segunda-feira, 30 de junho de 2008

Recurso de Alta Disponibilidade



Recurso de Alta Disponibilidade


Um recurso é uma unidade básica de alta-disponibilidade. É um serviço ou facilidade que é tornado ficar altamente-disponível pelo gerenciador de recurso do cluster de alta-disponibilidade.


Um recurso é uma abstração que pode ser um de muitos tipos diferentes. Ele pode ser alguma coisa muito concreta como um volume de disco, ou um leitor badge, ou ele pode ser mais abstrato ainda como um endereço IP, ou um conjunto de regras de firewall, ou um serviço de software como um servidor web, ou um servidor banco de dados.


As operações básicas que os recursos têm que suportar inclui:


· start: inicia ou ganha o controle do recurso.
· stop: termina ou passa o controle do recurso.
· status: determina se o recurso está startado, ou stopped.
· monitor: determina em mais profundidade se o recurso está operando corretamente.


(Note que recursos estilo R1 precisam suportar status, e recursos estilo R2 precisam suportar a operação monitor).


O gerenciador de recurso de cluster de Alta-Disponibilidade tenta assegurar que todo recurso esteja disponível aos usuários assegurando que ele está rodando em algum lugar no cluster.


O gerenciador de cluster Heartbeat R1, (e muitos outros gerenciadores de recurso de cluster) agrupam os recursos junto em grupos, chamados ResourceGroups. Neste caso, cada grupo é então disparado, interrompido (parado) ou movido como um todo pelo gerenciador de recurso do cluster.




Endereço de Serviço no HA



Endereço de Serviço (Service Address)


Um endereço de serviço é um endereço que é gerenciado pelo sistema HA, e é movido sempre em torno dos serviços correspondentes que estão rodando. Tais endereços de serviços são os endereços pelos quais os clientes e usuários dos serviços do HA acessam estes serviços do HA. Eles são tipicamente estocados no DNS com nomes bem conhecidos como "www.ibm.com" ou similar.


É importante que um endereço de serviço não seja gerenciado pelo seu sistema operacional, e que ele seja gerenciado unicamente pelo seu software HA. Se você tentar e obtiver um endereço administrativo para o sistema HA gerenciar, isso causará problemas, porque você pode confundir o sistema HA, o sistema operacional e o sistema HA vão lutar pelo controle deste endereço.


No atual momento, com o script padrão de recurso IPaddr, isso significa que ele precisa ser um alias em uma interface, não o principal (ou o primeiro) endereço IP nesta interface. Cada interface precisa ter um endereço administrativo nela, mas ela pode ter tantos endereços de serviços quantos você precisar. Assim, para n interfaces HA, você tipicamente vai acabar tendo pelo menos 2n endereços IP´s.


O mais recente agente de recurso IPaddr2 (somente no Linux) é capaz de criar uma interface completamente – mesmo se nenhum endereço base já tenha sido estabelecido. Isso muda a equação acima de sorte que para n interfaces HA, você tipicamente vai acabar tendo pelo menos n+1 endereços IP – porque quase todo servidor vai requerer pelo menos um endereço administrativo, de sorte que os administradores do sistema podem logar mesmo quando o servidor não é o ativo.


Note que existe um limite de aproximadamente 100 endereços IP´s em cada interface gerenciada pelo IPaddr, mão não há tal limite naqueles gerenciados pelo IPaddr2.





Grupo de Recurso no HA



Grupo de Recurso no HA


O Heartbeat agrupa os recursos em grupos no arquivo haresources. Cada recurso no grupo então é sempre dado partida na mesma máquina.


O Heartbeat sempre dá partida dos recursos da esquerda para direita no grupo, e pára-os na ordem inversa – da direita para a esquerda.




Configuração Ativa/Ativa do HA


Configuração Ativa/Ativa do HA


Em um configuração ativa/ativa, um nó fica ativo rodando um ou mais ResourceGroups, e o outro nó fica também rodando um ou mais ResourceGroups.


A desvantagem desta configuração é que a qualidade do serviço pode ser degradada quando uma máquina roda ambos os serviços. Adicionalmente, os recursos são movidos não somente quando as máquinas falham, mas quando elas retornam ao serviço, resultando em duas vezes mais transições de serviços do que as configurações ativo/passivo.


A vantagem desta configuração é que ambos os Nós ficam fornecendo serviço útil, e é geralmente visto como um uso mais eficiente dos recursos do que uma configuração ativa/passiva.


Para instruir o Heartbeat a operar no modo ativo/ativo para clusters da Release 1 (sem-CRM), simplesmente certifique-se de configurar a diretiva auto_failback no seu arquivo ha.cf igual a essa:


auto_failback on


Isso vai assegurar que ambas as máquinas vai rodar os serviços em conformidade com a informação do host preferido no arquivo haresources.


Tipicamente, cada ResourceGroup (grupo de recurso) no arquivo haresources vai necessitar incluir pelo menos um ServiceAddress (endereço de serviço) nele.


Na release 2, simplesmente crie dois grupos, e o Heartbeat vai naturalmente segui-los no arranjo ativo/ativo. A diretiva auto_failback somente se aplica as configurações de haresources estilo R1, e não deve ser aplicado nas configurações R2 (baseado no CRM).


O atributo correspondente para inserir no CIB é o atributo resource_stickiness.




Veja Também

Configuração Ativa/Passiva do HA



Configuração Ativa/ Passiva do HA



Configuração Ativa/ Passiva do HA


Uma configuração ativa/ passiva é a configuração mais básica do HA. Neste tipo de configuração, um fica ativo rodando um ResourceGroup (grupo de recurso), e o outro é passivo, simplesmente espera o lado ativo falhar.


As vantagens desta configuração são que a recuperação de falhas não causa degradação do serviço, já que a máquina passiva é similar à máquina ativa. Além disso, os serviços somente são restartados quando as máquinas falham, o que tipicamente resulta em metade das muitas interrupções de serviços se comparado com uma configuração ativa/ ativa.


A desvantagem desta configuração é que a máquina passiva não fica provendo qualquer tipo de serviço útil, e é, às vezes, visto como um uso ineficiente dos recursos.


Para instruir o Heartbeat a operar no modo ativo/passivo, simplesmente certifique-se de configurar a diretiva auto_failback no seu arquivo ha.cf igual isso:


auto_failback off



Se você desejar recuperar manualmente os recursos em falha das máquinas que falharam, então configure seu sistema como um arranjo ativo/passivo, e usar o comando hb_standby para recuperar os recursos para suas máquinas preferidas sob o controle do administrador.




Veja Também

Configuração Ativo/Ativo do HA




quarta-feira, 25 de junho de 2008

Que é Failover, Failback e Switchover


O Que significa Failover, Failback e Switchover nos tutoriais em inglês?


Quem instala sistemas com grande quantidade de usuários é indispensável implementar mecanismo que garanta alta disponibilidade dos serviços. O pacote Heartbeat é um dos mais populares para implementar tais mecanismos no mundo Linux. Quem instala sistemas Asterisk, OpenSER, servidor web, banco de dados, entre outros sistemas se depara na documentação do Heartbeat com os termos de failover, failback e switchover. Para que não está familiarizado com essa termologia, como uma colher de chá e também como forma de documentar na língua pátria, segue uma definição extraída da Wikipedia, http://en.wikipedia.org/wiki/Failover e http://en.wikipedia.org/wiki/Switchover:



Failover


O failover é a capacidade de determinado sistema/serviço migrar automaticamente para um outro servidor, sistema ou rede redundante ou que está em standby quando da ocorrência de falha ou término anormal do servidor, do sistema ou da rede que estava ativo até aquele instante. O Failover acontece sem intervenção humana e geralmente sem aviso prévio, diferente de switchover.


Os projetistas de sistemas normalmente fornecem capacidade de failover em servidores, sistemas ou redes que exigem continua disponibilidade e um alto grau de confiabilidade.


A automação é feita usando um cabo "Heartbeat" que é conectado aos dois servidores. Tão longo exista um "Pulso ou mensagem heartbeat" do servidor principal para o servidor secundário, o servidor secundário não iniciará seus sistemas. Pode haver também um terceiro servidor "Spare parts" que possui rodando componentes de reserva para comutação "no fogo" para evitar a interrupção durante o lapso de tempo da comutação.


O segundo servidor imediatamente assumirá o trabalho do primeiro tão logo ele detecte alguma alteração na mensagem "heartbeat" da primeira máquina. Alguns sistemas possuem a habilidade de mandar uma mensagem via page ou enviar uma mensagem para um técnico pré-designado ou centro de monitoração.


Em alguns sistemas, o failover é intencionalmente não automático por completo, que exige a intervenção humana. Isso é chamado "automatizado com aprovação manual", porque a atividade fica automática uma vez que seja dada a aprovação.


Reciprocamente, o Failback é o processo de restauração de um sistema/componente/serviço que se encontrava em um estado de failover (ou seja, aquela máquina sobre a qual estava rodando o serviço que apresentou problemas) de volta a seu estado original que estava antes da falha.



Switchover


O switchover é a capacidade de um sistema de comutar manualmente para um computador servidor, sistema ou rede redundante ou em standby quando da ocorrência de falha ou rmino anormal do servidor, sistema, ou rede ativo anteriormente. Switchover acontece com a intervenção humana, diferentemente do Failover.


Um switchover normalmente seria iniciado a fim de executar manutenção do sistema, como instalação de patches, atualização para uma nova release ou atualização do seu sistema. Em outros casos, o sistema inteiro é suficientemente complexo em que fazer o failover automático não é possível.






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